
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
A inclusão e eu
Mais um ano que começa e eu já estou muito anciosa para saber como vai ser meu desempenho com meus possíveis alunos "especiais". Espero poder contribuir de maneira muito positiva na formação dessas crianças tão especiais. Este ano estou muito bem, pretendo estudar muito e trabalhar bastante para que eu possa desenvolver meu papel de professora especialista com muita responsabilidade, pois amadureci bastante e estou muito confiante.
Olá, amigas! Hoje estou muito feliz, porque comecei o ano de 2009 com muita saúde e muita esperança no coração. Sinto que estou dando um passo muito largo para a tão sonhada felicidade. Aprendi viver dando um passo de cada vez, sempre tendo consciência que não sou uma pessoa perfeita, mas pretendo errar o menos possível e ter em mente que o mais importante na vida é ter amigos de verdade ao meu lado mesmo que seja apenas um e isso eu graças a Deus já tenho. Gostaria de um dia poder agradecer pessoalmente todos aqueles que me ajudaram de uma maneira ou de outra a construir um pouquinho da minha humilde história de vida, que tenho fé em Deus que essa história dure por mais uns 42 aninhos, pois ainda tenho muitos planos a cumprir. Bjs!!!!!!
sábado, 20 de dezembro de 2008
Feliz Natal !!!!!!!
"Não basta adquirir sabedorias, é preciso saber aplicá-las"
"Queremos ter certezas não dúvidas - resultados e não experiências - sem nem mesmo percebemos que as certezas só podem surgir através das dúvidas e os resultados através das experiências.(Carl Yung).A importância do aluno saber sua deficiência é essencial, devemos concientizar o aluno especial de sua própria deficiência e sobre o que ele pode conseguir e o que não pode, pois desta forma poderá se envolver no processo de inclusão sem muitas dificuldades. A escola por sua vez, deverá receber este aluno como qualquer outro aluno, fazendo a sociabilização desta criança com os demais colegas possuindo eles ou não deficiências, isto o ajudará a não se sentir marginalizado ou segregado no meio dos demais. É importante para o aluno especial este acolhimento para que ele não se sinta diminuído e nem desencorajado quanto a sua deficiência. Uma atitude muito positiva é sempre olhar a todos com o mesmo olhar. "Isto é Aprender a Ver".
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Estrutura de Ação em Educação Especial

Esta Estrutura de Ação em Educação Especial foi adotada pela conferencia Mundial em Educação Especial organizada pelo governo da Espanha em cooperação com a UNESCO, realizada em Salamanca entre 7 e 10 de junho de 1994. Seu objetivo é informar sobre as políticas e guias ações governamentais, de organizações internacionais ou agências nacionais de auxílio, organizações não-governamentais e outras instituições na implatação da Declaração de Salamenca sobre os princípios, Políticos e prática em Educação Especial. A Estrutura de Ação baseia-se fortemente na experiência dos países participantes e também nas resoluções, recomendações e publicações do sistema das Nações Unidas e outras organizações inter-governamentais, especialmente o documento "Procedimentos-Padrões na Equalização de Oportunidades para pessoas Portadoras de Deficiências.
O direito de cada criança a educação é proclamado na Declaração Universal de Direitos Humanos e foi fortemente recofirmado pela Declaração Munidial sobre Educação para todos. Qualquer pessoa portadora de deficiência tem o direito de expressar seus desejos com relação à sua educação, tanto quanto estes possam ser realizados. Pais possuem o direito inerente de serem consultados sobre a forma de educação mais apropriadas às necessidades, circunstâncias e aspirações de suas crianças. Considero que todo esse processo só se tornará possível quando a família caminhará junto com a escola com o objetivo de promover realmente uma inclusão de qualidade.
Os desafios e medos da inclusão

A inclusão de portadores de necessidades especiais nas escolas regulares é debatida há décadas no Brasil. A proposta é universalizar o acesso e a participação dos alunos especiais nas classes comuns de ensino. Mas promover a educação inclusiva tem se mostrado uma tarefa tão importante quanto complexa. O assunto divide opiniões.
De um lado os que defedem o direito da criança e adolescentes especiais em estudar em escolas comuns, acreditando que isso levará a uma abertura da escola à diversidade e contribuirá para o desenvolvimento social desses alunos. De outro lado, o argumento é que certo graus de deficiência não permitem inclusão e que não há preparo de professores e estrutura, especialmente na rede pública de ensino, para receber portadores de deficiências.
E no meio de toda essa discussão está um universo de seis milhões de crianças e jovens portadores de necessidades especiais no Brasil. Deste total, cerca de 230 mil freguentam escolas especiais e 170 mil, escolas regulares. Esta foi uma pequena reportagem que tirei da revista AprendeBrasil de agosto/setembro-2005. Penso que não devemos ter medo do novo, pois, é preciso termos disposição para começar sempre e estudar novamente, porque essa é a nossa realidade e não podemos fugir dela. Vamos refletir sobre esse assunto tão delicado?
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