
A inclusão de portadores de necessidades especiais nas escolas regulares é debatida há décadas no Brasil. A proposta é universalizar o acesso e a participação dos alunos especiais nas classes comuns de ensino. Mas promover a educação inclusiva tem se mostrado uma tarefa tão importante quanto complexa. O assunto divide opiniões.
De um lado os que defedem o direito da criança e adolescentes especiais em estudar em escolas comuns, acreditando que isso levará a uma abertura da escola à diversidade e contribuirá para o desenvolvimento social desses alunos. De outro lado, o argumento é que certo graus de deficiência não permitem inclusão e que não há preparo de professores e estrutura, especialmente na rede pública de ensino, para receber portadores de deficiências.
E no meio de toda essa discussão está um universo de seis milhões de crianças e jovens portadores de necessidades especiais no Brasil. Deste total, cerca de 230 mil freguentam escolas especiais e 170 mil, escolas regulares. Esta foi uma pequena reportagem que tirei da revista AprendeBrasil de agosto/setembro-2005. Penso que não devemos ter medo do novo, pois, é preciso termos disposição para começar sempre e estudar novamente, porque essa é a nossa realidade e não podemos fugir dela. Vamos refletir sobre esse assunto tão delicado?